som barato

Wednesday, July 2, 2008

Tuesday, July 1, 2008

Leopoldo Curi - Canto da Minha Cabeça[2006]


O CD intitulado Canto da Minha Cabeça de Leopoldo Curi foi

gravado em BH no estúdio Indiada Magneto, com produção
independente em 2005 / 2006. Com a diversidade sonora aliada
aos Beats de Daniel Saavedra, Canto da minha Cabeça chega
como um disco singular diante da atual produçào mineira, livre de
definições e estilos nos lança em um passeio leve, solto e moderno
pelas ruas e botecos de Belo Horizonte.
Participam deste projeto os músicos Daniel Saavedra, Carlos
Jaramillo, Alexandre Portilho, Matheus Bahiense,Gabriel Guedes,
Naíssa Rajão, Leonardo Barreto, Flávio Lima e Paulo Fonseca. A
produção do disco é assinada por Leopoldo Curi e Daniel
Saavedra.
O lançamento foi realizado em 2007 em Belo Horizonte. Em abril
de 2008 Leopoldo Curi participa do show inaugural do projeto
Stereoteca no lançamento da coletânea Indiada Magneto.



01-Canto da Minha Cabeça (leopoldo curi)
02-O.Q.Q.A (leopoldo curi)
03-Grito no Escuro (leopoldo curi)
04- Abrace (leopoldo curi)
05-Campo Cego (leopoldo curi)
06-Em Movimento (leopoldo curi)
07-Vinheta Pela Manhã (leopoldo curi)
08-Lua Cheia (leopoldo curi)
09-Cabeça do Tempo (leopoldo curi)
10-Era de Paz (leopoldo curi)
11-Lena Dream (leopoldo curi)
12-Beira D´água (leopoldo curi)
13-Teatro da Vida (leopoldo curi)

Robô gigante (EP) [2008]



AS NOVAS AVENTURAS DO ROBÔ GIGANTE (por Jimi Joe - inverno/2007) Não é desenho animado japonês, mas que tem alguma coisa de oriental nisso tudo, não há como negar. Prova disso é o resultado das novas aventuras sonoras do povo da Robô Gigante. É um samba enviesado com cara de rock. Ou talvez um rock descarado com jeito de samba do bom, aquele com pandeiro e cavaquinho. Mas a galera da Robô Gigante vai muito além disso nas canções que desfia nesse trabalho. As guitarras de Marcelo Truda, um dos guitar heros gaúchos que na verdade podia pertencer à uma seleta league of gentlemen bolada por um tal Robert Fripp lá do outro lado do Atlântico, dão o timbre de rock no papo da Robô Gigante, mas os versos do outro Marcelo, o Guimarães, o da voz e dos versos, fazem a reviravolta da parada, citando Lupicínio, remetendo a Paulinho da Viola na sua fase de modernização do samba. Uma voz que canta samba mas soa como rock. Um rock que soa como samba mas não perde o pathos típico do rock. E talvez porque, como já apregoou o velho pândego Chacrinha, eles estejam aqui pra confundir e não para explicar, ainda há a batida certeira do baterista Rick de La Torre e o acréscimo de elementos eletrônicos e samplers irados, saídos direto da cozinha sônica do chef Flu, que funcionam como o tempero ideal para dar o sabor que a gente degusta quando ouve Hoje Eu Resolvi Beber ou Seis da Manhã, crônica de inspiração chicobuarquiana sobre o cotidiano de um casal tipicamente popular. Porque eles vêm do rock mais tradicional que já rolou pelas terras sulistas (Bixo da Seda, Taranatiriça), mas eles também têm a manha e as artimanhas de todo brasileiro que sabe que o furo é mais embaixo e que basta um pouco de carinho, um cavaquinho, um violão manhoso, uma voz rouca e uma guitarra com wah-wah, tudo bem mixado para se conseguir um som que é tudo o que os gringos lá fora gostariam de fazer mas não sabem como. Afinal, o som da Robô Gigante não é samba de pé quebrado nem samba de gringo de ouvido torto mas um som que é a soma de todas as variantes que rolaram e rolam na música popular do planeta nos últimos 40 anos. Sem medo de prestar tributo à aldeia que permitiu à Robô Gigante forjar sua sonoridade, em Não Me Tira Pra Bobo os caras revisitam a interminável e recompensadora via crucis etílica dos bares da provinciana e provocante Porto Alegre. Mas isso de localização geográfica é só questão de detalhe. O som da Robô Gigante não é rock gaúcho como alguns poderiam entender ou pretender rotular. Não que eles não digam, loud and proud, que são gaúchos, herdeiros espúrios da tosquice e da chinelagem inerente àqueles que nascem na chamada região pampeana. Mas a música que a Robô Gigante faz pode ser entendida, sem problemas, em qualquer canto desse nosso planetinha azul e globalizado. Até mesmo lá no Japão, onde eles foram buscar inspiração para o nome do grupo...

download Robô gigante (EP) [2008]

Companhia Clic

Companhia Clic foi uma banda brasileira de axé e samba-reggae surgida em Salvador, na Bahia e que durou de 1988 até meados de 1990. Tinha como integrantes Daniela Mercury, Sérgio Henrique, Jonga Cunha, Rudnei Monteiro, Raul Carlos Gomes e Marcus Sampaio. Apenas dois álbum foram lançados antes de se separarem. As canções "Pega Que Oh!" e "Ilha das Bananas" fizeram sucesso nas rádios da Bahia no final da década de 1980.

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01 Vou de Vez
02 Espada de Xangô
03 Questão de Prazer
04 Manágua
05 Tô na Mão
06 Bruxa
07 Luxo de Beijar
08 Ilha das Bananas
09 Peter Tosh
10 Perto da Selva

01 Vida Ligeira
02 Te Procurei
03 Zona Solidao
04 Pega Que Oh ...!
05 Porto Belo
06 Temporais
07 Vou De Vez
08 Espada De Xangô
09 Managua
10 Tô Na Mão
11 Bruxa
12 Luxo De Beijar
13 Ilha Das Bananas
14 Perto Da Selva
15 Questão De Prazer


*contribuição de Karina! valeu..

Jessé e Placa Luminosa - Placa Luminosa[1977]


Formado no final dos anos 70, o grupo é, sem dúvidas, um dos nomes mais conhecidos e respeitados da música brasileira, tendo como bagagem exclusiva as mais de 2.000 apresentações nos bailes da vida. Essa caminhada foi pontuada pelas participações nas turnês de: Raul de Souza (Free Jazz Festival 1981), Erasmo Carlos, Tim Maia, Zimbo Trio, Jorge Benjor, César Camargo Mariano (Show Todas as Amizades) e outros monstros sagrados da música. Em 1985 o PLACA LUMINOSA e Ney Matogrosso abriram a primeira edição do Rock in Rio, Fazendo o show "Destino de Aventureiro" par uma platéia de mais de 200.000 pessoas. O grande "boom" chega à partir de 1988 quando o grupo emplaca sucessivos hits: "Mais uma vez" (versão de Rosana Hermam para "Just. To See Her" de Smokey Robinson), "Fica Comigo" (tema da novela Top Model) e "Ego" (tema da novela Mico Preto). A personalidade marcante e o estilo próprio do PLACA LUMINOSA fizeram com que o grupo fosse eleito em 1989 - como o "Melhor Grupo do ano" pelo prêmio SHARP, o maior prêmio concedido aos profissionais da música.

download Jessé e Placa Luminosa - Placa Luminosa[1977]

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1- Velho demais
2- Princípios
3- Beira do cais
4- Oração
5- Dilza
6- Placa luminosa
7- Claridade
8- Tristeza, tristeza
9- Trezidela
10- I cant sing in portuguese
11- Sino, sinal aberto
12- Sol d'america
13- Rock no rolo

*bela contribuição de Karina

Monday, June 30, 2008

jazz & blues Festival

Tom Zé - Danç-êh-sá ao vivo[2008]


Tom Zé apronta mais uma vez. O show “Danç-Êh-Sá – A Dança dos Herdeiros do Sacrifício” foi gravado nos estúdios Trama, em 2007, em parceria com o Canal Brasil. O que você ouve na estréia do Álbum Virtual é o áudio e dois vídeos desse show, em mais uma experiência sonora e visual inesquecível — uma redundância, quando falamos de um fenômeno baiano de mais de 70 anos chamado Tom Zé. Com energia e graça características, o artista imprime nesse “Ao Vivo” músicas que não tem letra. E nem precisa. As canções apresentadas são as que mais falam em problemas sociais, políticos e culturais ao longo de sua carreira de mais de 40 anos.

A idéia original do álbum partiu de uma pesquisa com jovens, em que admitem não se importar muito com letras de música. Procurou, então, “compor” em vocalizes, ruídos e onomatopéias. Assim, ele consegue traduzir, não só para a juventude, mas também ao público em geral, suas idéias — e, porque não, sua música sempre revolucionária. Atento às correntes brasileiras e universais, Tom Zé explora as matrizes da música popular e de vanguarda. Com um time de músicos de primeira, esse “Ao Vivo”, mesmo parecendo hermético, é extremamente saboroso — e até dançante em alguns momentos.

O disco é composto por nove canções, entre elas: Atchim, Uai-Uai, Triú-Triii, Taka Ta, Cara-Cuá, Abrindo as Urnas. Tom Zé é acompanhado pelos músicos Lauro Lelis, na bateria; Jarbas Mariz, no cavaco e no violão de 12 cordas; Cristina Carneiro, nos teclados; Sérgio Caetano, na guitarra; Daniel Maia, no baixo; e Luanda, no vocal.

Esse disco dá início ao projeto Álbum Virtual, onde é possível baixar CDs inteiros e gratuitos (todas as faixas, encarte, ficha técnica, fotos, versões exclusivas). Em “Danç-Êh-Sá Ao Vivo” além das nove músicas, há dois vídeos: no primeiro, Tom Zé discorre sobre o funk carioca numa ótica toda particular; no segundo, uma performance ao vivo de “Acum-Mahá”. É possível ainda fazer o download do encarte e fotos exclusivas.

download Tom Zé - Danç-êh-sá ao vivo[2008]


Sunday, June 29, 2008

João do Morro


Nacionalmente, Recife é conhecida como terra do frevo, maracatu, movimento mangue, etc. Mas a diversidade cultural da cidade vai muito mais além do que se pode imaginar E eis que Recife, celeiro incansável de novidades musicais, surge com mais uma das suas. Porém, uma novidade das mais insólitas e curiosas: João do Morro.

João do Morro é morador do Morro da Conceição (Casa Amarela), comunidade da Zona Norte do Recife, cuja população possui menor poder aquisitivo. E lá, como qualquer comunidade mais pobre dessa cidade, se convive de forma harmoniosa com manifestações culturais mais tradicionais como o já citado maracatu, a capoeira, o candomblé, como também expressões mais “popularecas”, como o pagode, o funk e o brega, que faz parte, indubitavelmente, do condicionamento cultural construído pela cultura pop, edificada pela TV e rádios FM. João do Morro faz parte dessa parcela da comunidade. Mas ele (felizmente ou não) não é apenas isso.

João, além de ser a expressão mais fiel do que é chamado de “mundiça” (gíria nordestina, ou, pelo menos, pernambucana, que quer dizer “ralé”, “povão”), é também um verdadeiro cronista da “fuleiragem” da periferia recifense.

Em suas músicas (em geral, pagodes e suingueiras), ele faz um apanhado geral (de forma engraçada, debochada e escrachada) de todos os tipos característicos dos morros, comunidades e favelas da cidade. Nada escapa aos versos ferinos, irreverentes e bem humorados de João do Morro; personagens e situações não faltam às suas crônicas cotidianas: o gigolô (de coroa, de sapatão), as ligações de 3 segundos em celular (de quem é “liso”), o “papa-frango” (outra espécie de gigolô, dessa vez, bancado por um gay), o loló (espécie de entorpecente bem baratinho, bastante popular em Recife), as moças que fogem da chuva pra não verem desmanchadas suas escovas progressivas e outros artifícios utilizados pra manter os cabelos mais comportados, entre outros “causos”.

A música de João do Morro tem a cara e o cheiro do seu povo: um pagode num sábado à tarde, regado a cerveja nem tão gelada, um espetinho (de carne, frango, coração ou frango com bacon), ou um churrasco, com farofa e vinagrete, no pratinho descartável, gente suada, mulheres de shortinhos minúsculos, sambando enlouquecidamente, clima de libido, escrotice e gréia. Os ingredientes certos pra traduzir o que simboliza a sua música.

Pelo fato de ser do morro e fazer uma música que escancara, sem papas na língua, a vida no próprio morro, o seu povo, seus costumes mais arraigados, João utiliza gírias típicas do povão, de quem e pra quem fala diretamente. Expressões como “frango”, “boyzinho”, “nêga boa”, “caô”, “casa de furança”, além de palavras de baixo calão (típicas do vocabulário da “mundiça”), fazem parte da poética de João de Morro Uma poética que pode parecer chula, sem classe, agressiva, mas que, na realidade, é autêntica, sem recalques e que retrata o cotidiano nu e cru das comunidades, de forma divertidíssima.

Outro fato interessante é que João do Morro, mesmo sendo um representante vivo da chamada “fuleiragem”, desse lado mais escroto da nossa sociedade, um lado que é tido como ignorante, sem instrução (e, de fato, socialmente, o é), mesmo assim, ele não perdeu de vista a forma mais rápida e eficaz de fazer com que seu som pudesse alcançar o maior número de pessoas possível: a internet. João do Morro já gravou dois discos, mas é pela internet que ele consegue, de fato, disseminar seu trabalho. Dia após dia, registros de seus são disponibilizados no mundo virtual, seja no YouTube, no MySpace, ou através de outros meios. Sinal óbvio de que ele não perde tempo e não está pra brincadeira. Ele é muitíssimo consciente e antenado com as benesses que a tecnologia pode propiciar, e as utiliza a seu favor. E foi através da rede que ele conseguiu fazer uma ponte entre os morros, as comunidades mais pobres, sua cultura e o universo “alternativo”, mais “bem provido” (intelectualmente, financeiramente) da nossa cidade. Até mesmo um público que, a princípio, o rejeitaria, tem prestado atenção à sua música. Tanto é que sites especializados em música pop e independente (Recife Rock e Revista O Grito) já escreveram sobre ele.

Dando sinais do quanto é pop, No MySpace de João do Morro (em cuja descrição de estilo diz “Alternativa/Glamourosa/Experimental”), pode se encontrar seus vários amigos “improváveis”, como, por exemplo, outro fenômeno da música pop, mas de outra vertente: Mallu Magalhães.

É por essas e outras que João do Morro tem conseguido dar o que falar, seja nos seus shows (onde seus discos são vendidos a “5 reau”), nas favelas, nos carros de som que vendem discos piratas, na internet, nas conversas entre o público alternativo. Diferentemente do discurso dos pagodeiros de até então, João do Morro constrói o seu, intencionalmente ou não, em cima de uma visão quase que antropológica, empírica, do seu povo, do seu cotidiano. Sem firulas, direto, engraçado, escroto. Assim como o povo brasileiro.
Texto escrito por Leonardo Vila Nova


download João do Morro - ao vivo no Espaço Aberto[01.06.2008]
01. Intro
02. Papa-Frango
03. Chupa Que é de Uva
04. 3 Segundos
05. Gigolô
06. As Nega Endoida
07. (Sinal de Puta)
08. (Na Putaria)
09. Wilson Vai (I Will Survive) - De quem é essa música ?
10. Frentinha
11. Sarrar
12. (Quer Mamar ?)
13. (Bicha Boa)
14. Boa Sorte / Good Luck (Vanessa da Mata)
15. (Se você quiser curtir) - essa é versão é de que música ?
16. (Catuca)
17. Balaiagem
18. (Eu Quero Meter / Tererê)
19. (Amara)
20. Camarote Girls
21. Papa-Frango

download João do Morro - ensaio [14.05.2008] (parte 1)
download João do Morro - ensaio [14.05.2008] (parte 2)

Rita Lee & Tutti Frutti - Fruto Proibido [1975]



Creditado a Rita Lee & Tutti Frutti, Fruto Proibido é todo excepcional. São nove faixas que não deixam dúvidas, se a sua pretensão era ser a maior roqueira do Brasil, ela conseguiu. E olha, que ser roqueira naquele tempo era barra pesadíssima. Era o tempo em que ‘roqueiro brasileiro tinha cara de bandido’. Imagina uma mulher, no meio de um monte de barbados, abrindo as portas para rock brasil dos anos 80.

"Um belo dia resolvi mudar", canta Rita Lee em "Agora Só Falta Você", umas das melhores faixas de Fruto Proibido, um álbum emocional, que fala de amor, libertação, problemas familiares... e, principalmente... de prazer! Rita Lee, ao contrário de seus antigos parceiros dos Mutantes, não havia perdido o bom humor. Isso se nota nitidamente em "Esse Tal de Roque Enrow", faixa composta por ela e Paulo Coelho (futuro best-seller e conhecido por ser parceiro de Raul Seixas) , onde eles brincam com os valores familiares da época.

Além da qualidade dos arranjos, e da energia da banda, chama a atenção a qualidade das letras. Na balada "Ovelha Negra", clássico definitivo de Rita Lee, ela expõe os próprios conflitos familiares: "Foi quando meu pai me disse: ‘filha, você é a ovelha negra da família, agora é hora de assumir. E sumir!’". O solo de guitarra de Carlini, no final da música, virou um ponto de referência para os futuros roqueiros do rock brasil.

Fruto Proibido, pode não ter sido o álbum de maior sucesso de Rita Lee, mas foi, com certeza, o álbum mais roqueiro... da maior roqueira que o Brasil já conheceu.[fonte]

extraia o sumo - download Rita Lee & Tutti Frutti - Fruto Proibido [1975]


Músicas:

1- Dançar Pra Não Dançar (Rita Lee)
2- Agora só Falta Você (Rita Lee - Luís Sérgio)
3- Cartão Postal (Rita Lee - Paulo Coelho)
4- Fruto Proibido (Rita Lee)
5- Esse Tal de Roque Enrow (Rita Lee - Paulo Coelho)
6- O Toque (Rita Lee - Paulo Coelho)
7- Pirataria (Lee Marcucci - Rita Lee)
8- Luz Del Fuego (Rita Lee)
9- Ovelha Negra (Rita Lee)

Hoje! - Coco do Pneu

Festejo em torno do Pneu

No dia 29, quando o sol está perto de se pôr, pescadores de Olinda partem pela beira-mar na procissão em homenagem a São Pedro. Momento de preces, agradecimentos e oferendas ao santo padroeiro. Terminado o ato religioso, todos se reúnem na subida do Amaro Branco em torno de um objeto bem inusitado. Retirado da praia do Janga por Ivo da Janoca e colocado na praça da comunidade olindense há 19 anos, o pneu junta a seu redor cachaça, gente e pandeiro. O Coco do Pneu é festa certeira de diversão para os moradores do Amaro Branco e visitantes encantados com a roda de som e rimas que se forma todos os anos no local. O movimento chamou atenção da cineasta Mariana Fortes, que lançou o documentário O coco, a roda, o pneu e o farol, pela Mariola Filmes.
Lú do Pneu, filho de Ivo da Janoca, é quem mantém a brincadeira e puxa o coco até o amanhecer ao lado de outros coquistas da cidade como Ferrugem (foto), Pombo Roxo, Dona Glorinha, Dona Margarida, Dona Montinha e convidadas de outras brincadeiras como Ana Lúcia (do Acorda Povo) e Beth de Oxum (do Coco de Umbigada).
Dia 29, domingo, a partir das 19h. Praça do Amaro Branco, Olinda.

[muitos] Filmes [bons] para download !


Pouca gente sabe, mas antes de criar o sombarato, minha grande instiga era montar um site para download gratuito de filmes. Alguns motivos me fizeram desistir da idéia, principalmente o fato de que é mais difícil trabalhar com arquivos grandes, desde a hospedagem, até a falta de boas conexões na maioria dos pcs domésticos.


Hoje eu vejo que fiz a escolha certo. Se eu tivesse resolvido dedicar meu tempo a um site de filmes, com toda a certeza ele estaria ofuscado depois da criação do Making Off.
Pra quem não conhece, eu tô falando do maior fórum de cinema - que eu conheço - na internet, com milhares de títulos para download, atualizados diariamente, pelos administradores ou pelos próprios usuários do site.

O Making Off conta com uma equipe de guerrilha, que além de buscar os filmes que não estão no mainstream, ainda fazem a caridade de criar legendas para os que não possuem. Todo filmespostado no Making Off tem como requisito principal possuir legenda em português.
O site também disponibiliza buscas por continentes, diretores, etc... uma mão na roda.

A forma de distribuição dos filmes é baseado na tecnologia de torrents, e pra quem não conhece, basta baixar um sofware cliente, como o µTorrent(que eu uso e aprovo), e depois executar os arquivos disponíveis no MakinfOff, que o download é iniciado.
Lembrando que dessa forma, o usuário não precisa baixar o filme completo de uma só vez. Fechando o cliente torrent, ele para o download, e volta a baixar na próxima vez que o programa for executado.
Anexado a cada postagem de filme, além do arquivo torrent para baixar o conteúdo, também é disponibilizado um arquivo de legenda, que nada mais é do que um arquivo texto, em um formato específico, que o seu player de vídeo deverá carregar na hora que for executar o arquivo do filme.
Aproveito pra disponibilizar por aqui um player de filme chamado BsPlayer (o melhor, na minha opinião). Usando o BsPlayer, basta clicar com o botão direito na imagem do filme em exibição, e escolher a opção "load subtitles" ou "carregar legendas", e indicar onde está o arquivo de legenda referente ao filme, que ela é imediatamente carregada.

Enfim, acessem o making Off, façam um rápido cadastro exigido pelo site, e desfrutem dessa jóia rara. Tirem suas próprias conclusões.


Saturday, June 28, 2008

O som da Itaity [1996]


Jingles: Casas José Araújo (Nossa Senhora da Conceição, Coco quebrado, Tem Feira, Boneca de Pano, Davanira, etc), Casas Lux Ótica, Café São Braz, entre outras

Há 32 anos a Itaity Publicidade (PE) mostra as belezas da nossa gente e retratos da nossa história. Os inesquecíveis jingles e VTs das Casas José Araújo especializada em artigos de cama, mesa e banho criados pela agência fazem parte do imaginário popular e da memória da propaganda regional. Seu fundador, Carol Fernandes transformou as décadas de 70 e 80 em motivo de orgulho e nostalgia para os pernambucanos. Sua experiência fez escola e tornou-se referencial imprescindível para publicitários, estudantes e pesquisadores da área.

Hoje é possível lembrar, sem fazer muito esforço, dos comerciais que se tornaram verdadeiros fenômenos da propaganda nordestina. Uma das mais poderosas fontes de trabalho do publicitário está alicerçada na
força da cultura local. Suas criações são inspiradas nas alegorias e signos que permeiam as tradições e costumes populares. E da sua imaginação já saíram inúmeras peças que foram parar na boca do povo. Pesquisas aplicadas pela Itaity atestaram que os seus jingles conseguem índices de recall que os tornam absolutamente antológicos. Entre eles podemos citar o case "Davanira", cujo retorno foi maior do que o esperado e tornou-se marcha de carnaval.

Em 1996, em comemoração aos 27 anos de atuação, a agência editou um documento para se ouvir e guardar; um cd com os jingles que fizeram fama, intitulado de "O Som da Itaity". "Uma vida que não pode ser explicada não merece ser vivida", é assim, com as sábias palavras da filosofia socratiana, que o publicitário finaliza e resume a sua vida.
(Texto: Revista ProNews - http://www.revistapronews.com.br/29/pg-central.shtml)

download O som da Itaity [1996]

*contribuição de Jamerson

Samba de Rainha - Vivendo Samba (2008)

Quem disse que mulher não entende de samba é porque não conhece o grupo Samba de Rainha. Trata-se de nove cantoras, compositoras e instrumentistas que estão dando o que falar em São Paulo e já são bastante conhecidas nas principais casas noturnas da região. Elas são: Núbia Maciel, Sandra Gamon, Aidée Cristina, Carina Iglecias, Naná Spogis, Érica Japa, Gadi Pavezi, Pati Cavaquinho e Tati Pacheco. O resultado dessa união é um passeio pelas diversas vertentes do samba, acrescentando beleza, musicalidade, carisma e talento, traduzindo as influências e reafirmando o posicionamento do grupo.

O Samba de Rainha surgiu aos poucos. Sabe aquela história de fazer ‘um sambinha lá em casa’, só de farra? Pois é, tudo começou assim. Toda vez que o público via aquele monte de mulheres fazendo batuque no palco achava estranho, mas logo os olhares desconfiados eram colocados de lado e todo mundo caia no samba. E foi dessa maneira que as portas se abriram para as novas sambistas. (Portal MVHP)

Faixas
1. Au Revoir
2. Bem que Podia
3. Chega de Fazer Pirraça
4. Desdém
5. Dona da Canção
6. É Difícil Dizer
7. É Pomba, Mané
8. Tenho Fé no Orixá
9. Feita pra Você
10. Pedidos e Lágrimas
11. Quero Me Largar no Seu Abraço
12. Retalhos de Cetim
13. Tudão
14. Vertigem
15. Vivendo Samba

extraia o sumo - Download Samba de Rainha - Vivendo Samba


Friday, June 27, 2008

Thursday, June 26, 2008